José Carlos (Cacau) Monjardim Cavalcanti

3º ocupante

Filho de Modesto de Sá Cavalcanti e Oscarina Monjardim Cavalcanti. Nasceu no Bairro de Fradinhos, em Jucutuquara, Vitória, no dia 30 de setembro de 1929. É casado com Dalila Andrade Cavalcanti e tem dois filhos, Izabela Andrade Monjardim Cavalcanti e José Carlos Monjardim Cavalcanti Filho, que geraram as netas Mariana, Beatriz e Camila. É bacharel em Direito, administrador de empresas e jornalista profissional, tendo dirigido jornais, revistas e emissoras do Espírito Santo, além de ter pontuado como publicitário, homem de marketing e técnico em turismo. Presidiu durante cerca de dez anos a Empresa Capixaba de Turismo e a Empreendimentos Minas-Espírito Santo. Exerceu as funções de secretário de estado da Comunicação Social, subsecretário de estado do Turismo, subchefe da Casa Civil, diretor do Sistema Financeiro Banestes e secretário municipal de Turismo e Comunicação Social da PMV. Foi membro do Conselho Estadual de Turismo, do Conselho Estadual de Cultura, do Conselho de Administração da Fundação Cultural do Espírito Santo e, atualmente, é diretor-executivo da Fundação Jônice Tristão. É membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e da Academia de Artes e Letras de Cascais (Portugal). Como jornalista liderou expressiva fase da imprensa capixaba, assinando colunas diárias como “Coquetel da Cidade” (A Gazeta),  “Poltrona B”  (O Diário) e “Turismo” (A Tribuna), além de produzir programas radiofônicos, reportagens, artigos e crônicas para jornais e revistas nacionais e internacionais. No rol de obras publicadas, alinham-se: Turismo e desenvolvimento (1973), Turismo no Espírito Santo (1974), Segredos da cozinha capixaba (1974), Horóscopo turístico (1984), História e estórias da aguardente (1985), Capixaba, sim (1987), Capixaba, hoje mais do que ontem (2006), Sucessos e sorrisos (2010).

 

José Carlos da Fonseca

2º ocupante

Nasceu em São José do Calçado, filho de Luís Teixeira da Fonseca e de Carolina Nunes da Fonseca, no dia 21 de julho de 1931. Oficial de gabinete do governador do Espírito Santo em 1954 e secretário do jornal O Diário e da sucursal de O Jornal em Vitória em 1955, bacharelou-se pela Faculdade de Direito de Vitória em 1957. No ano seguinte foi nomeado chefe de gabinete do presidente do Serviço Social Rural, no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, e, em 1959, tornou-se procurador autárquico e chefe do serviço jurídico desse órgão. Em 1960 concluiu o curso de pós-graduação em Sociologia, realizado em Vitória. Fez ainda, no Rio, o curso de Filosofia na Academia Brasileira de Letras, em 1962, e de Direito Agrário na Pontifícia Universidade Católica (PUC) em 1963. No período da juventude que passou em Vitória manteve intensa atividade literária. Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, advogado, jornalista, magistrado aposentado. Foi deputado estadual e federal, secretário de estado e vice governador do Espírito Santo. Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, à Academia de Letras de Cascais e à Academia Calçadense de Letras. Parte da residência de seus pais, em São José do Calçado, foi doada pela família à Academia Calçadense de Letras e é sua atual sede. Foi casado com Regina Maria da Costa Fonseca e teve três filhos: José Carlos, Cristina e Rodrigo. Cronista e poeta, publicou: Discursos parlamentares, 1975; Tempo de sonho, poesia, 1993; Crônicas escolhidas, 2001. Participou das antologias Escritos entre dois séculos, 2000 e Alguns de nós, 2001. Faleceu em 26 de outubro de 2007, em Brasília, onde foi sepultado.

 

José Francisco Monjardim Filho

1º ocupante

Nasceu em Vitória, ES, em 15 de dezembro de 1907. Fez o curso primário em sua cidade natal e parte do secundário no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, ali concluindo o de Direito, em 1936. Foi promotor e advogado em Santa Leopoldina, ES. Em Vitória, lecionou Direito Penal Internacional, na Faculdade de Direito. Figura entre os fundadores da Escola Técnica de Comércio de Vitória, sendo seu primeiro diretor, além de professor. Pertenceu ao Serviço Jurídico do Estado, ao Conselho da Seção Regional da Ordem dos Advogados do Brasil, e juiz substituto no Estado da Guanabara, por concurso, cargo que exerceu até 1955, quando promovido a juiz da 3ª Vara Criminal. Afastado do cargo, por motivo político, quando governador do Estado da Guanabara Carlos Lacerda, advogou no Fórum do Estado do Rio de Janeiro. Publicou, na imprensa vitoriense, sobretudo em A Tribuna, vários estudos jurídicos, em série.

 

Antônio Cláudio Soído

Patrono

Nasceu em Vitória, ES, em 24 de abril de 1822 e faleceu na cidade de Cuiabá, MT, a 23 de julho de 1886. Militar, engenheiro, cartógrafo e poeta. Ingressou na Escola de Marinha do Rio de Janeiro, chegou ao posto de almirante e de chefe de esquadra. Em 1860 fundou e dirigiu o Arsenal de Marinha de Cuiabá. Na guerra contra o Paraguai, tomou parte ativa, sobretudo no combate de Tonelero, daí condecorado, por atos de heroísmo, com a comenda de São Bento de Aviz e a de oficial superior da Imperial Ordem da Rosa. Homem de amplos conhecimentos científicos, também literários, traduziu entre outras produções, o Corsário de Byron e Para os pobres de Victor Hugo. Publicou vários poemas de sua autoria na imprensa do Rio de Janeiro, sendo que alguns de seus estudos e relatórios foram estampados na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (v. nºs 9 e 10). Como geógrafo e cartógrafo, deixou inúmeros levantamentos de plantas e cartas, destacando‑se: Esboço de planos da Babia‑Negra e lagoa de Cáceres, 1857; Planta do rio Paraguai, 1857; Planta do porto de Corumbá, 1871; e Carta Geral da fronteira entre Brasil e Bolívia, 1875. Patrono da cadeira nº 4 do Instituto de Geografia Militar do Brasil e da cadeira nº 12 da Academia Matogrossense de Letras.

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